Política

Medição da temperatura foi uma das regras para assistir a sessão da câmara de Carazinho

Setembro 14 / 2020

O acesso ao público durante as sessões plenárias ordinárias foi liberado a partir desta segunda-feira, dia 14, na câmara de vereadores de Carazinho. O retorno é controlado por identificação pessoal, verificação da temperatura corporal e ocupação máxima de 25% do total de ocupação, com o respeito ao distanciamento seguro.  O uso da máscara e do álcool em gel também continua obrigatório. Estas ações preventivas, conforme a assessoria de imprensa da casa, foram tomadas levando em consideração a necessidade do retorno gradual das rotinas legislativas, porém, mantendo todos os protocolos de segurança necessárias para reduzir o risco de contágio e transmissão do novo coronavírus.

O atendimento presencial ao público e a realização das reuniões plenárias e de comissões já tinha retornado em 10 de agosto, porém, mantinha diversas restrições, como a proibição da aglomeração de pessoas em salas e outros locais, atendimento individualizado e com tempo mínimo de 20 minutos nos gabinetes e demais setores, a obrigatoriedade do uso de máscara facial e do álcool em gel e o respeito a distância social de 1,5m.

Já as sessões realizadas em plenário aconteciam sem assessores, com número reduzido de servidores e sem acesso do público, com exceção para autoridades e imprensa. Os espaços ocupados pelos vereadores estavam divididos por placas de acrílico e o uso da palavra só podia acontecer de seus lugares, sem compartilhamento da tribuna.

Nesta noite de segunda-feira apenas um projeto foi votado, o PLL nº 033/2020, de autoria do vereador Ivomar Tomate de Andrade (PP), para instituir a política emergencial de apoio ao setor cultural do município. A ideia é desenvolver ações como um fundo de emergência e a criação de assistência financeira de empresas com participação e controle do município a instituições de arte, cultura e profissionais do setor impactados com a pandemia. O projeto tinha um parecer de inviabilidade que foi votado e  derrubado por 11 votos. 



(Com informações : Assessoria de Imprensa da Câmara/ Fotos Grupo Gazeta : Ana Maria Leal).








Publicado por: Ana Maria Leal E-mail: anamaria@gazeta670.com.br
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