Saúde

Rio Grande do Sul recebe última remessa de doses da vacina contra gripe

Jornalista Gazeta
Junho 03 / 2020

A Secretaria da Saúde recebeu nesta quarta-feira (3/6) a última remessa de doses de vacina contra a gripe, sendo 444 mil unidades que serão aplicadas até o fim da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza (H1N1, H3N2 e Influenza B) deste ano.

Desde o início da campanha, foram recebidas cerca de 5,1 milhões de doses para o atendimento de todos os públicos, uma população estimada em 5 milhões no Rio Grande do Sul.

A previsão é de que os novos frascos do imunobiológico estejam disponíveis para a população a partir da próxima segunda-feira (8/6). Na etapa atual, todas as pessoas que se encontram nos grupos de risco e ainda não se vacinaram podem procurar as casas de vacina ou postos de saúde para receber a dose, levando em consideração que cada município tem autonomia para definir a melhor estratégia para a sua população local.

Os Estados e municípios estão recebendo as doses da vacina da gripe de forma escalonada, a cada semana, conforme são produzidas pelo Instituto Butantan, explica a farmacêutica Tatiana Castilhos, da Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi).

Nos Estados em que a cobertura vacinal não atingiu 90% da meta, o Ministério da Saúde recomenda que se continue vacinando até 30 de junho. O Rio Grande do Sul, até o momento, aplicou a vacina em 83% de todos os públicos-alvo, com os melhores índices entre os idosos (114%), trabalhadores da saúde (109%) e indígenas (99,18%), e os piores desempenhos entre as crianças (47%) e gestantes (44%). Confira aqui o relatório da aplicação de doses, conforme os municípios atualizam o número de pessoas vacinadas.


Públicos-alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe este ano:


- pessoas de 60 anos ou mais;

- trabalhadores da saúde;

- profissionais das forças de segurança e salvamento;

- pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;

- adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas;

- população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional;

- caminhoneiros;

- motoristas e cobradores de transporte coletivo;

- portuários;

- povos indígenas;

- crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade;

- pessoas com deficiência, gestantes e puérperas até 45 dias;

- adultos de 55 a 59 anos de idade;

- professores das escolas públicas e privadas.


(Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini).

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