Política

Generais anunciam "apoio irrestrito" ao ministro Sérgio Moro

Jornalista Gazeta
Junho 11 / 2019

O ministro da Defesa, o comandante do Exército, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, o vice general Mourão e o general Santos Cruz, saíram em defesa do ministro Sérgio Moro e condenaram os crimes cometidos pelos hackers e pelo estrangeiro Glenn Greenwald. Também o ex-comandante do Exército no governo Dilma, o general Villas Boas, tirou nota para se colocar ao lado de Moro. Ele avisou que a "insensatez e o oportunismo" tentam esvaziar a Lava Jato, a maior operação policial do Brasil que conseguiu colocar políticos e empresários corruptos na prisão. 

O general Augusto Heleno disse que Moro é um patriota acima de qualquer suspeita. Até a OAB do RS falou sobre o caso dizendo que não se surpreendeu com a proximidade entre Moro e Deltan Dallagnol pois é comum entre promotores e magistrados, tanto que a advocacia precisa e tem buscado a paridade das armas no processo penal, tratamento igual, ou seja, os membros do MP possuem acesso privilegiado e interlocução permanente com os magistrados, até mesmo nas audiências. A divulgação dessas supostas conversas é vista por muitos como uma jogada política para desestabilizar o governo Bolsonaro, pois partiram do jornalista Gleen Grewald, marido do deputado carioca do Psol Davi Miranda, que assumiu a vaga de deputado federal de Jean Willis depois que ele deixou o Brasil neste ano e foi morar na Europa justificando estar sendo ameaçado no Brasil.



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