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Líder de caminhoneiros diz que, com aumento do diesel, 'não tem como segurar' greve

Jornalista Gazeta
Abril 15 / 2019


Líder de caminhoneiros, Wallace Landim, conhecido como Chorão, teve responsabilidade direta na polêmica intervenção do presidente Jair Bolsonaro junto à Petrobras para segurar o preço do diesel na última quinta-feira (11).

Assim que soube do aumento previsto de 5,7% no combustível, Landim entrou em contato com ministros que alertaram o presidente. A Petrobras, que é uma empresa pública de capital aberto, recuou. Bolsonaro foi criticado e comparado à ex-presidente Dilma Rousseff (PT), por intervir na estatal para segurar preços. Para Chorão, no entanto, a decisão do presidente foi acertada.

Para muitos, Bolsonaro se colocou, com a decisão da última semana, na posição de refém dos caminhoneiros.

Landim reconhece que uma nova sinalização de aumento do preço do combustível ainda pode, sim, gerar uma greve como a de 2018.

Em maio do ano passado, o País ficou paralisado por 11 dias. O desabastecimento gerou inúmeros transtornos ao País. Além de combustível, faltaram alimentos em supermercados, remédios em hospitais e houve impacto até sobre o tráfego aéreo.






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