Economia

Empresas do setor projetam para 2019 crescimento de 4% nas vendas de ar condicionado

Jornalista Gazeta
Janeiro 10 / 2019


Picos de calor e busca por equipamentos que consomem menos energia elétrica estão entre os fatores que impulsionam a venda de equipamentos.

 

Bastou os termômetros subirem para a procura por equipamentos de ar condicionado aumentar consideravelmente. A perspectiva de um verão com altas temperaturas faz com que o setor se mobilize para os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, considerados como o de pico de comercialização. A estimativa da ASBRAV - Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação é de que seja registrado um significativo aumento nas vendas na comparação com o mesmo período do ano passado.

- Para este verão existia uma estimativa de crescimento superior a 35% em relação ao ano passado porém o ritmo é lento ainda porque o consumidor está receoso com a economia e está segurando o investimento. Por outro lado, fatores como o calor elevado e a busca por equipamentos que consomem menos energia ajudam - explicou o presidente da ASBRAV, Eduardo Hugo Müller.

Este fenômeno da busca por equipamentos eficientes é observado por profissionais do setor. A preocupação é com a elevação do preço da energia elétrica. Diante da necessidade de gastar menos, a população tem investido na compra de equipamentos do tipo ''Inverter'' que são mais modernos e consomem menos energia em substituição aos modelos mais antigos.

Segundo dados da entidade nacional que representa o setor, a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA), a estimativa para 2019 é de crescimento de 4% nas vendas. O setor passou por um cenário de intensa dificuldade, desde 2015, quando registrou quedas nas vendas consecutivas (em 2015 -24,7% e em 2016 -37,3%). Os números levam em consideração a venda de Ar Condicionado Residencial e é medido em TR (Tonelada de Refrigeração).

(Fonte: PlayPress). 


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