Agronegócio

Cotrijal recebe premiação nacional e durante evento convida Sergio Moro para a Expodireto 2018

Ana Maria Leal
Novembro 22 / 2017

A Cotrijal recebeu, na manhã desta quarta-feira (22/11), a premiação de destaque entre as 500 maiores empresas do Sul. A solenidade aconteceu em evento promovido pela Revista Amanhã, em Curitiba (PR), para uma plateia de empresários, lideranças e autoridades, e contou ainda com a apresentação de duas palestras: com o juiz Federal, Sérgio Moro, e com o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro.

A edição 2017 do ranking da Revista AMANHÃ e da PwC Brasil mostra como as principais empresas da região conduziram seus negócios em um ano desafiador. A Cotrijal obteve destaque em duas categorias, entre as 100 maiores da Região Sul, com o 26º lugar, e entre as 500 maiores da Região Sul do Brasil, na 75ª posição.

Um reconhecimento, segundo o presidente da Cotrijal, Nei César Mânica, que dá a dimensão do quanto a cooperativa cresceu e se tornou importante no cenário do agronegócio e da economia nacional. ''É uma premiação séria, com números auditados, que refletem a real situação das empresas, o que nos gratifica muito'', ressalta.

''A Família Cotrijal está de parabéns'', completa o vice-presidente da cooperativa, Enio Schroeder, referindo-se ao trabalho conjunto, de cooperação, entre direção, associados e colaboradores que vem resultando em grandes conquistas.

 

Convite da Expodireto a Sérgio Moro

O presidente e o vice-presidente da Cotrijal aproveitaram o evento para entregar um convite da Expodireto Cotrijal 2018, que se realizará de 5 a 9 de março do próximo ano, em Não-Me-Toque, ao juiz Federal, Sérgio Moro, que se mostrou receptivo e poderá ser mais uma autoridade a participar desta grande feira internacional do agronegócio.

 

Balanço das empresas vencedoras

A soma de todos os patrimônios de 500 MAIORES DO SUL fechou em R$ 283,8 bilhões, praticamente repetindo o valor de 2015 ? com um acréscimo de 1,1%. As cinco centenas de companhias classificadas no ranking de AMANHÃ e PwC Brasil produziram uma cifra de R$ 516,4 bilhões em receita liquida, o que significa um crescimento pequeno, de apenas 0,3%, mas ainda assim, considerado bom, levando em conta o ambiente adverso enfrentado pelas empresas em 2016, quando o PIB brasileiro encolheu 3,6%. ''Castigadas por uma recessão sem precedentes, os discretos avanços obtidos no ano passado mostram uma obra de pura resiliência, em um período para ajustes internos, e busca de eficiência no limite do possível'', analisam os especialistas.

O Estado com maior número de representantes no ranking segue sendo o Rio Grande do Sul, com 186, praticamente empatado com o Paraná, que neste ano reforçou sua bancada com mais quatro companhias na comparação com o ranking anterior, chegando a 185 empresas. Santa Catarina emplacou 129 companhias.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa Cotrijal.



Publicado por: Ana Maria Leal E-mail: anamaria@gazeta670.com.br
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