Coluna Circulando e a política atual.

Vices.

Ana Maria Leal
Julho 22/ 2020

Conversando com algumas pessoas do meio político nesta semana chegamos à conclusão de que a curiosidade neste momento sobre as majoritárias é quem será o (a) vice.

A especulação sobre os nomes que devem concorrer para a prefeitura é referente a esses nomes que aparecem acima, relacionados na ordem alfabética.

João Pedro Albuquerque de Azevedo (PSDB). O advogado e vereador em primeiro mandato é o nome do partido que será levado à convenção municipal.

Para vice, o PDT já se apresentou há pelo menos cinco meses com o nome do advogado Anderson Amaral.

Na sequência, o PL tem demonstrado que vai querer indicar também um nome. Soube nesta semana que o partido não desistiu dessa possibilidade. A tendência é o nome do ex-prefeito Renato Suss.

Mais recentemente foi falado que o PP poderia dialogar com o PSDB e também se apresentar para estar nessa majoritária.

Na pré-convenção progressista a maioria indicou que prefere concorrer numa coligação, e apontou o nome de Albano Kayser.

Luis Alberto Godinho (PT). O nome do servidor público foi anunciado pelo presidente petista, Paulo Schettert, como pré-candidato a prefeito. Não citou quem poderá estar na posição de vice.

Milton Schmitz (MDB). O empresário é o nome natural do partido e irá buscar a reeleição em 15 de novembro.

Para vice, tanto o MDB quanto os outros partidos da base, PSB e PTB devem apresentar sugestões.

Do próprio MDB: Vereador Tenente Costa é o nome que mais aparece.

Do PSB: Vereadores Gian Pedroso e Estevão De Loreno.

Do PTB: Munira Awad.

Paulo Silva (PRB). O radialista e ex-vereador é o único do grupo que não vai precisar escolher o vice. Já apresentou em sua pré-candidatura o advogado Nei Sebastiani como companheiro de chapa.

Tanto no caso do MDB quanto do PSDB, os partidos querem definir a majoritária a partir de pesquisas para consumo interno, apontando aprovação e rejeição por parte do eleitorado local.



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