Coluna Circulando e a política atual.

A favor e contra.

Ana Maria Leal
Maio 21/ 2020

A volta das sessões presenciais na câmara de Carazinho não foi uma unanimidade.

Assim como tivemos vereadores que abertamente defendiam a volta dos 13 vereadores para as discussões em plenário, com os devidos cuidados, tivemos vereadores que aproveitaram a primeira sessão presencial durante a pandemia, nesta segunda-feira, dia 18, para demonstrar sua contrariedade com o risco da proximidade no ambiente da casa.

Entre os que defendiam a sessão presencial estavam, por exemplo, os progressistas Daniel Weber e Ivomar Tomate de Andrade, e o pedetista Alaor Tomaz.

Entre os que consideravam um risco esse encontro semanal no legislativo, estavam o pedetista Anselmo Britzke (Gauchinho) e o emedebista Erlei Vieira.

Daniel disse que se todos podem trabalhar podem comparecer às sessões.

Tomate, que se for preciso voltar atrás e cancelar as sessões presenciais, que seja pelo sistema de videoconferência, e não grupos de watts.

Da parte de Gauchinho, porém, é uma exposição desnecessária. ''Sou totalmente contrário às sessões presenciais, a gente diz 'pras' pessoas ficar em casa e a gente tá aqui, com o uso de uma simples máscara''.

O fato é que me informaram, nos bastidores, que não houve interesse da mesa diretora em sessões presenciais porque alguém, entre eles, teria dito que, sem elas (sessões), seriam evitadas discussões e polêmicas entre os vereadores.

Desta forma, nesse período todo da pandemia, teriam conseguido conter qualquer desgaste para os parlamentares.

Algo que deve ser considerado bem apropriado, em se tratando de um ano eleitoral.






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