Coluna Circulando e a política atual.

Como fica ?

Ana Maria Leal
Março 25/ 2020

Conversando nesta quarta-feira (25) - de modo virtual - com uma pessoa do ambiente político, me propôs a seguinte suposição:

''Como ficaria a situação de quem está deixando o executivo pra concorrer, caso as eleições sejam suspensas, mesmo sendo remota a possibilidade?''.

Seguindo esse raciocínio, no caso, De Loreno voltaria para a secretaria de Obras e Alexandre Capitânio ficaria na câmara?

Os secretários que estão saindo para concorrer, retornariam para suas pastas, ou já seriam desligados para aguardar os prazos da lei eleitoral?

Essas seriam incertezas estão deixando alguns políticos receosos do que pode acontecer.

Dizem que essa mudança na data tem sido muito falada nos meios políticos em Brasília.

''Mandato tampão agora significará mandato tampão depois pros deputados, senadores governadores e presidente. Ou, então, passaríamos a ter eleição única no Brasil em 2022. Nada mais é definitivo'', observou essa fonte.

Por outro lado, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, que a partir de maio será o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), declarou recentemente que a Constituição prevê a realização de eleições no primeiro domingo de outubro e que a alteração dessa data depende de emenda constitucional.

Tudo vai depender do combate ao coronavírus e seu impacto nas eleições 2020.



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