Coluna Circulando e a política atual.

Vices.

Ana Maria Leal
Fevereiro 12/ 2020

De quem?

Assim como há nomes cotados para prefeito, há nomes cotados para vices.

No PDT, eu soube que recentemente dois nomes estão gerando questionamentos internos e externos não apenas pela possível disposição em figurar como vice em uma composição para disputar a prefeitura de Carazinho, como pela diversidade dessas composições.

De um lado está o advogado Anderson Amaral, pedetista de longa data que jamais concorreu a um cargo público até então, mas sempre acompanhou as lutas do partido dentro e fora dos governos em que a sigla se envolveu.

De outro, o vereador Anselmo Britzke, o Gauchinho, pedetista desde a juventude, vereador em segundo mandato que até alguns meses dizia que não iria concorrer a cargo algum.

Anderson é sondado para ser o vice numa composição com o PSDB indicando o candidato a prefeito.

Cogitado para prefeito, teria dito que não tem essa vontade, mas não descartou a possibilidade de estar numa chapa na posição de vice.

Gauchinho, por sua vez, já teria afirmado que quer ser o vice, mas, numa composição pendendo para o lado oposto, do MDB, no caso, está com ''o pé que é um leque'' para estampar o santinho de Milton Schmitz na busca pela reeleição.

No caso de Anderson, a decisão até parece facilitada pois repetiria a aliança de 2012 que teve PDT e PSDB, apenas, invertendo os papeis.

No caso de Gauchinho, passa pelo PP, que, até então, se não estou enganada, tem a preferência na aliança que governa o município, ou seja, na indicação do vice.

Por enquanto, pelo menos. 



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