Coluna Circulando e a política atual.

Não será o PDT.

Ana Maria Leal
Setembro 06/ 2019

Ouvi de uma pessoa nesta semana a pergunta de qual o partido que o ex-prefeito Renato Suss teria assinado ficha para concorrer no ano que vem, pois o que todos sabem é que ele quer ter o nome na urna novamente e passar pelo crivo dos eleitores.

Respondi que não sabia de nenhuma filiação, pois, apesar de ele estar ''com o pé que é um leque'' para concorrer, oficialmente, não está, ainda, em algum partido.

Tem conversado com vários, e dizem que essa conversa está mais adiantada com o PRB.

Porém, se alguém imaginava que ele poderia retornar à sigla com a qual ganhou as eleições em 2012, está enganado.

Quando conversei com o presidente pedetista Paulo Barbosa recentemente me disse que não é nada pessoal, mas seria difícil unir o partido para defender uma nova candidatura do seu Renato.

O trauma que ele causou ao PDT ainda não foi curado.

Não apenas por ter deixado o partido na mão com tudo pronto para a campanha que iria buscar a reeleição, inclusive com parceiros de outros partidos alinhados nessa busca de votos, mas porque ao longo dos quatro anos da gestão pelos acordos firmados e não honrados construiu um distanciamento enorme - entre outros - dos dois únicos vereadores da sigla, que dificilmente no ano que vem iriam acompanhar o PDT se tivessem que pedir votos para o ex-prefeito. 

Aliás, o que ouvi de lideranças de diferentes partidos é que seria muito arriscado confiar já que é enorme o risco de repetir o que fez em 2016, desistindo da candidatura na reta final.

A foto do Circulando resgatei daquele ano e mostra o abraço entre Renato e Barbosa no ato de lançamento da majoritária que não vingou.






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