Coluna Circulando e a política atual.

Só de olho.

Ana Maria Leal
Fevereiro 27/ 2019

Conversei com uma pessoa nesta quarta-feira (27), emedebista, que fez uma observação referente às eleições de 2022 que pode não parecer tão precoce assim.

Estávamos falando sobre o governo do estado do Rio Grande do Sul.

Essa pessoa me contava o quanto estão repercutindo nas escolas estaduais algumas alterações na forma como os professores estão sendo distribuídos, uns sem poder mais assumir disciplinas que não são originalmente suas, mas acabavam suprindo vagas, devido à falta de professores.

Repercutindo negativamente.

Ainda conforme minha fonte, cujo partido, aliás, é aliado ao do governador Eduardo Leite, essas mudanças estão gerando muitas reclamações por parte dos servidores.

O motivo, além de falarmos de mudanças que nem sempre são bem vindas num primeiro momento, e impactam o bolso do servidor público - que vai receber menos-, é que para a classe em Carazinho parece que apenas aqui o proposto pelo governo está sendo implantado.

Dizem que em outras regiões do estado nada mudou, pelo menos até o momento.

Não entendem porque em Carazinho está todo mundo se descabelando para atender às exigências, e em outras cidades, não.

E como afirmou essa fonte:

''_Isso só dá margem para o PT se organizar. Eles estão adorando e já em campanha''.

E todos sabemos que quatro anos passam rápido.


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