Coluna Circulando e a política em Carazinho.

Rejeição.

Ana Maria Leal
Junho 13/ 2018

Muitas pessoas, incluindo políticos, comentaram comigo hoje o fator rejeição nas futuras eleições municipais.

Se há por parte dos eleitores descrédito na classe política, há na classe política temor pela rejeição de quem os coloca nos cargos eletivos que ocupam.

Um dos comentários, do experiente Pery Sommer Pereira, foi de que a eleição deste ano terá a vitória do voto branco e do voto nulo.

Há, por parte dos políticos, dúvidas, como, por exemplo, se a rejeição que é verificada na avaliação do presidente Michel Temer, por exemplo, vai refletir nas candidaturas do seu partido, o MDB, no Rio Grande do Sul, e afetar o desempenho de postulantes a vagas na Assembleia Legislativa, Câmara Federal e Senado.

Tem quem diga que uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Ou seja, são eleições diferentes, e que o eleitor avalia cada candidato separadamente.

Mas até mesmo emedebistas em Carazinho discordam de atos do seu governo e sabem que o mais prudente é buscar afastar uma imagem da outra.

A análise do Instituto Paraná Pesquisas sobre como pensam os eleitores gaúchos sobre Temer, divulgada hoje no blog do jornalista Políbio Braga, aponta que ele tem 90,5% de desaprovação.

A pesquisa registrada no TSE foi realizada de 6 a 11 de junho em 64 cidades gaúchas, com 1.540 eleitores. 




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