Coluna Circulando e a política em Carazinho.

Por enquanto...

Ana Maria Leal
Abril 20/ 2018

Conversei com algumas pessoas nesta semana a respeito das pré-candidaturas que tem se apresentado para a disputa pelo voto em 07 de outubro, e num rápido levantamento aqui e ali, especificamente quanto a quem quer ser deputado (a) estadual, há, pelo menos, quatro candidatos a candidatos a vagas na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, até este momento.

A servidora pública, assistente social, Kátia Soares Alberti, é filiada ao PRB. Já teve uma experiência frustrada nas urnas no passado em outro partido, concorrendo a vereadora pelo PT em 2016. Mas não parou por aí, trocou de partido e não perdeu a motivação política.

Tem mais uma representante feminina no grupo. Ela lançou seu nome bem mais recentemente, e é a carazinhense, fonoaudióloga, Maria Luiza Severo Locatelli, que dentro do prazo eleitoral que terminou agora em abril assinou ficha no PSL (Partido Social Liberal). Se considerarmos que é o partido de Jair Bolsonaro, ela tem garantida pelo menos a curiosidade do eleitorado que ele tem atraído como pré a Presidência da República.

Os pré-candidatos a deputado estadual do segmento masculino já são um pouco mais conhecidos, eu diria.

Acácio Souza foi prefeito de Coqueiros do Sul pelo PDT, mora em Carazinho, e estava presidente do partido até pedir afastamento para se dedicar à pré-campanha. Lá no site do TRE ainda nos registros da eleição de 2004, quando foi eleito prefeito, sua profissão consta como comerciante.  

Flávio Lammel, do PTB até já concorreu a deputado estadual em duas ocasiões. Foi prefeito de Victor Graeff, presidiu a Famurs e foi diretor do Banrisul na gestão de Tarso Genro. Em 2010 fez 15.570 votos. Em 2014, alcançou 29.244. Lá no site do TRE ainda nos registros de 2014 sua profissão consta contador.

Como muitos sabem ainda resta dúvida sobre a pré-candidatura do MDB. Os dois nomes que tem vontade de concorrer são Márcio Hoppen, o Guarapa, atual presidente da câmara de vereadores, e Dêninson Costa, atual secretário municipal de Desenvolvimento, que está afastado da função, para atender a desincompatibilização exigida pela lei eleitoral.

Não há uma decisão sobre qual deles irá ser o indicado. Há quem diga que talvez o partido nem tenha candidato, não apenas porque exigirá uma enorme mobilização para mostrar nas urnas que o partido que governa o município é forte a ponto de colocar seu representante na Assembleia, mas também porque sem candidatura própria a cidade seria mantida aberta para toda a nominata emedebista que busca a cadeira de deputado estadual. Agradando a todos, que,em retribuição, deixariam suas cidades abertas para um candidato a deputado federal. Márcio Biolchi. 



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