Coluna Circulando e a política em Carazinho.

Baixa.

Ana Maria Leal
Janeiro 03/ 2018

O governo municipal de Carazinho começa 2018 com uma grande baixa.

Sandra Citolin não era apenas a secretária de Educação e Cultura da administração 2017-2020, mas uma das figuras peemedebistas mais alinhadas com o pensamento de governabilidade do prefeito Milton Schmitz.

Foi devido principalmente à vontade dele que Sandra, ex-coordenadora de educação e ex-vereadora, conseguiu espaço no quadro de gestores formado pelo prefeito depois de vencer a eleição em 2016, e tornou-se secretária.

Até então, devido às divisões internas naturais em todos os partidos, Sandra estava afastada da política partidária devido a dois episódios que pesaram bastante: concorreu à reeleição como vereadora em 2012 e a cúpula do partido optou em apoiar outro nome para a câmara, Márcio Hoppen, e depois tentou ser coordenadora de educação mas novamente a escolha peemedebista não recaiu sobre ela, e sim sobre outra Sandra: Sandra Bandeira Guerra, atual titular da CRE.

Sandra Citolin ficou limitada à espectadora apesar de atuar fortemente nos bastidores em todas as campanhas políticas da sigla. Inclusive a que elegeu o atual governo.

Com justiça foi conduzida à função de secretária e lá, 'seu chão', desempenhou com enorme dedicação e envolvimento o que foi de sua competência neste exato um ano.

Soube que interinamente alguém do próprio setor vai conduzir a secretaria até que o PMDB defina pela pessoa que vai ser nomeada para o cargo.

Sobre baixa semelhante a de Sandra não foi a única. Ainda houve a de Luiz Leite, morto em setembro de 2017, também por motivos de saúde.




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