Coluna Circulando e a política em Carazinho.

Agora o aterro sanitário.

Ana Maria Leal
Outubro 10/ 2017

O ex-prefeito Aylton Magalhães (PP) me telefonou nesta segunda-feira (09) para saber detalhes de Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa ajuizada contra ele pelo Ministério Público, e noticiada no Lado a Lado com a Notícia de ontem.

Aylton já está fora do cenário político, não pode disputar eleições em razão de estar enquadrado na Lei da Ficha Limpa, e é alvo novamente da justiça a partir de ato no seu último mandato.

Informei que a ação foi encaminhada na semana passada para a justiça e diz respeito ao seu período de gestão de 2009 a 2012 acusado de ter, conforme os autos, ''agido negligentemente na conservação do patrimônio público ao deixar de adotar providências para o regular funcionamento do aterro sanitário de carazinho e deixar de adequar os valores pagos para o transporte, tratamento e destinação final do lixo, vindo a contratar, sem licitação, empresas para promover o transporte e destinação final do lixo de Carazinho para aterro em outro município (Palmeira das Missões), onerando sobremaneira os cofres públicos ao promover, com isso, gastos que superaram em muito o valor que seria investido na continuidade da operação do aterro existente em Carazinho (R$ 541.184,20)''. A notícia completa será publicada neste portal na sequência.

Aylton me ouviu e ao final demonstrou despreocupação, deu a entender que assim como ele gestores que o sucederam teriam agido de forma semelhante. Não quer se pronunciar a respeito pois vai aguardar ser notificado pela justiça se for dado andamento a ação.

Conversamos, ainda, sobre política local.

Terminei perguntando sobre as eleições do ano que vem e se vai apoiar o atual vice-prefeito do seu partido, Fernando Sant´Anna, se decidir concorrer a deputado estadual.

''_Ainda é cedo, não pensei nesse assunto'', abreviou, sem muita disposição de falar sobre o assunto. 





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