Coluna Circulando e a política atual.

Fogo amigo.

Ana Maria Leal
Julho 13/ 2020

Aparentemente, nem bem fecharam a porta da Casa 11 no sábado (11) após encerrada a pré-convenção dos progressistas e começaram as conversas de bastidores - entre membros do próprio PP - questionando o tempo que vai durar o resultado obtido na ocasião.

Para quem não lembra, os membros do partido foram chamados a comparecer e votar se queriam concorrer em chapa pura ou coligados nas eleições deste ano.

E, no caso da coligação, que nome seria apresentado aos demais partidos.

Conforme divulguei na coluna anterior, a maioria votou pela coligação, e Albano Kayser foi o escolhido para futura coligação.

Porém, fui informada de que o nome de Albano teria impedimentos legais referentes ao período em que esteve na Eletrocar que inviabilizariam estar numa majoritária futura.

Procurei por ele. 

Primeiro, me disse que imaginava que o assunto viria à tona.

Segundo, que não se trata de impedimentos, mas de apontamentos no Tribunal de Contas do Estado, comuns a todo gestor.

Recapitulou o número de votos obtidos no sábado, 25, sendo que os outros dois nomes apresentados somaram 23. 

Esses nomes eram de dois vices. 

Alexandre Capitânio, vice de Aylton de 2009 a 2012, e Fernando Sant'Anna, vice de Milton de 2017 a 2020.

Albano afirmou que está muito tranquilo pois teve o apoio da maioria, que foi uma vitória do partido, da união progressista, e que basta conferir junto ao Tribunal Regional Eleitoral ou Tribunal Superior Eleitoral que não há registro de impedimento envolvendo seu nome.

A pré-convenção, como disse o presidente progressista Aylton em entrevista para a Rádio Gazeta, mostra um rumo que o partido pode tomar, mas, a definição, mesmo, mantendo ou não essa tendência, saberemos na convenção municipal do PP, cuja data ainda deverá ser marcada. 

A foto do Circulando é meramente ilustrativa, de encontro do partido realizado no passado, na câmara de vereadores.




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